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Certa vez, ao avistar um rapaz descendo no mesmo ponto de ônibus em que estava, Cauê sentiu uma energia muito boa e decidiu entregar um trevo para ele. Foi correndo e disse: – “Amigo, espere um pouco! Tenho um presente para você! – o rapaz lhe olhou assustado e, ao ver o trevo, contou que quando tinha seis anos de idade morava em Curitiba e seu pai tinha um jardim de trevos de quatro folhas.

 

Ele ajudava o pai a colher, plastificar e vendê-los nos colégios, o que era a fonte de renda da família. O pai do rapaz já havia morrido e aquele encontro o deixou muito emocionado.

 

Três dias depois, em meio a uma manifestação em Florianópolis, o mesmo rapaz o reencontrou, sorriu e lhe agradeceu, dizendo: – “Cauê, você não tem ideia, mas você salvou meu casamento!  - Naquele dia em que você me encontrou eu estava indo para casa arrasado porque eu iria me separar da minha esposa, mas cheguei em casa, mostrei o trevo e ela, surpresa, perguntou o que era. Eu lhe contei a história e perguntei: – ‘Então? O que a gente faz?’ Ficamos até às cinco horas da manhã conversando. Limpamos nossa relação e resolvemos ficar juntos”. Também relatou que, chegando no trabalho, seu chefe lhe chamou e disse que no local onde trabalhava havia quarenta pessoas e que decidira que o amigo de Cauê seria o novo gerente do local. Ele lhe contou sobre o trevo muito feliz, agradecendo pela oportunidade.

 

O jovem desde então passou a acreditar que sorte trata-se das pessoas que encontramos durante a vida, pois cada uma delas nos direciona de alguma forma para um novo caminho. Nossa vida está ligada a uma grande rede de amor.

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