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Estava em Piracanga, fazendo uma leitura de aura na Manu, que, naquele momento, ajudava o Ragi a organizar uma viagem com um grupo, para a  Índia. Muitas imagens e mensagens trouxeram clareza para ela. No final, curti tanto esse movimento, que fiquei com muita vontade de ir junto.

Ela falou que ainda tinha vaga no grupo, mas era importante comprar a passagem o quanto antes.

Naquela época, não possuía cartão de crédito e nem tinha o valor para comprar a passagem. Então, fui conversar com uma amiga e ver se ela poderia comprar a passagem no cartão dela, parcelado. Daí, pagaria mensalmente o valor para ela. Foi muito receptiva em fazer esse movimento, porém precisaria falar com o seu pai primeiro. Tanto ela, como seus pais, iriam com o grupo para a Índia também.

Seus pais, a Jussara e o Renato,  já me conheciam do curso de Dinheiro e Espiritualidade da Amélia. Nos demos muito bem. Toparam na hora de me ajudar e acabamos fazendo uma troca. Faria sessões de Renascimento em toda a sua família e, em troca, pagariam as passagens de avião.

Foi uma alegria receber esse grande apoio deles. Estávamos há dois meses da viagem, e, ao menos as passagens já estavam garantidas. Faltava o recurso para a hospedagem e para a alimentação.

Comecei a fazer a Meditação dos Balões de Criação de Realidade. Vizualizava-me na India, feliz, com tudo dando certo.  Via-me dentro do avião, depois chegando ao hotel. Fiz essa mesma meditação, todos os dias, durante dois meses, até isso tudo se realizar.

Fui para o Rio de Janeiro atender no Porto de Luz, um espaço lindo da Carmem e da Lucia, que sempre me acolheram bem e onde realizei muitos atendimentos. Resolvi fazer lá a vacina da febre amarela, exigida para ir à Índia. Peguei um táxi em direção ao local que elas me indicaram, porém o taxista se perdeu, não soube encontrar e começou a subir cada vez mais o taxímetro. Assim, voltei até o Porto de Luz, para poder saber mais informações de onde era.

 A Carmem, então, decidiu me levar, pois disse que era muito fácil o caminho. Na sala para tomar a vacina, ao meu lado, sentou uma mulher que também ia tomar a mesma vacina. Achei curioso e perguntei se estava indo para a Índia. Respondeu que iria para a Colômbia.

Começamos  a conversar mais e ela contou que era personal trainner, mas não estava feliz com a sua profissão e passava por um momento difÍcil em sua vida. Contei sobre as terapias que realizava, e que, com certeza, poderia ajudá-la. Ficou muito interessada e marcou para o dia seguinte um atendimento.

 Cláudia é o nome dela. Na manhã seguinte realizei a sessão. Foi bem bonito, muito certeiro nas mensagens e no Renascimento também. No final, ela agradeceu e disse que continuaria fazendo os atendimentos futuramente.

 Voltei à Piracanga. Estava me preparando para a viagem, mas ainda não tinha conseguido o valor que faltava para o hotel e para a alimentação. Era meu aniversário e postei no facebook, que, quem quisesse me presentear, com ajuda para a hospedagem, seria bem vinda. Em 10 min de post, um grande amigo, o Steve Ramael, respondeu que pagaria os 23 dias de estadia para mim. Foi um enorme presente, agradeci muito a ele. Quando estava na Índia, encontrei ele, agradeci mais uma vez, o abraçei e ele me falou:

-Obrigado você Cauê, por ter me dado essa oportunidade de te ajudar.

 Isso foi tão legal. Me fez refletir sobre esse aprendizado de que quem doa também ganha, tanto quanto quem está recebendo.

 Faltavam dois dias para a viagem, porém, o dinheiro da alimentação desses 23 dias, ainda não estava completo. E agora? O que  vou fazer? Pensei.

 Nesse instante, recebo uma mensagem da Cláudia, que estava embarcando para Colômbia. Ela estava feliz com sua viagem e com os caminhos novos que as terapias tinham aberto na sua vida. Perguntou como eu estava para a minha viagem. Falei que estava quase tudo pronto, só faltava ainda um recurso para a alimentação.

-R$800,00 reais te ajuda?

-Nossa! Muito!

-Transfiro agora!

 Mais um super presente. 

Assim me vi, indo para essa grande aventura, rumo à Rishikesk e aos Himalaias.

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